Educação Ambiental e Sustentabilidade da Terra

Continuar...O projeto interdisciplinar do 7ºE, cuja temática estava relacionada com a educação ambiental e a sustentabilidade da Terra, culminou com a apresentação aos encarregados de educação e outros membros da comunidade escolar de uma dramatização e de uma dança. Esta atividade decorreu no passado dia 14 de junho, na Biblioteca da Escola Básica Monsenhor  Miguel de Oliveira e, no final, houve um pequeno lanche convívio com pais, professores e alunos.

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“Vamos cuidar do Meio Ambiente: plogging na praia do Furadouro e canoagem na Ria de Aveiro”

Na passada terça-feira, dia 11, os alunos das turmas 6ºA, 6ºB e 6ºC, da Escola Básica Monsenhor Miguel de Oliveira, acompanhados pelos professores Eduardo Lopes, Sandra Ramos, Mara Tomás, Bruno Marques e Artília Cirne, dirigiram-se à praia do Furadouro e ao Carregal onde realizaram atividades integradas no Projeto Interdisciplinar do 6º ano (cujo tema é A Água).

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Planeta Terra: a nossa casa

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No âmbito no Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular: “Planeta Terra: a nossa casa” - Sistema Dunar e áreas envolventes, inserido no Projeto Nepso, a professora Alexandra Cristina Ferreira, nas aulas de Inglês do 1.º Ciclo da Escola de São Vicente de Pereira, desafiou os alunos a construírem maquetes relacionados com o sistema dunar.

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ENTREVISTA COM LUÍS VAZ DE CAMÕES – um projeto eTwinning

Continuar...No âmbito do projeto eTwinning intitulado “Ed Twinning – The Time Reporter”, atividade colaborativa desenvolvida com parceiros espanhóis, italianos e portugueses, alguns alunos do 8.ºH da Escola de S. Vicente de Pereira, sob a direção do Prof. Bruno Marques, produziram um pequeno filme.

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Subcategorias

  • ES Júlio Dinis

    A história deste estabelecimento de ensino está intimamente ligada à história desta cidade e remete-nos também para a compreensão das mutações histórico-sociais ocorridas desde a sua fundação como estabelecimento de ensino, em 1964 durante o Estado Novo, até aos nossos dias. Com efeito, esta escola soube sempre adaptar-se às exigências educativas de uma sociedade em mudança e, atualmente, continua preocupada em responder aos desafios que as gerações vindouras colocarão. Esta preocupação está bem patente no seu lema: “Uma escola de qualidade aberta à reflexão, à sociedade e à mudança”.

    Com edifício construído para o efeito, este estabelecimento iniciou o seu percurso educativo como escola privada, oficialmente a 21 de outubro de 1964, data da inauguração do Externato Nª Senhora da Esperança, tendo por fundadora e proprietária Maria Helena Meneses Borges Lopes. Mesmo em sistema de internato, não foi possível atribuir-lhe a designação de colégio, pois funcionava com recurso a dormitório, em espaço exterior e paralelo.

    Se inicialmente o externato Nª Senhora da Esperança era somente feminino, neste edifício, passou a funcionar em regime misto, em virtude da sua proprietária ter adquirido o alvará do externato masculino sediado no largo da estação, conhecido por Colégio Júlio Dinis, entretanto encerrado por vetustez das suas instalações.

    Enquanto externato ministrou o Curso de Jardim Escola com apoio de Educadora de Infância, o Curso de Instrução Primária, o Curso Liceal até ao 7º ano e o Curso de Ensino Comercial; a realização dos exames tinha a responsabilidade pedagógica de um júri misto, em proporção idêntica, composto por professores do próprio externato e dos liceus Alexandre Herculano e Rainha Santa Isabel, do Porto.

    Em resultado das reformas educativas de Veiga Simão, em 1971, a escola é adquirida pelo Ministério da Educação e, desde então, passa a funcionar como escola pública. O ato de entrega do externato ao serviço público é formalizado a 31 de julho desse mesmo ano e, em setembro, de acordo com determinação do Diário do Governo de 1 de setembro de 1972, nº 204 - II série, passa a funcionar como Secção Feminina do Liceu de Aveiro, tendo por vice-reitora, Maria José Melo.

    Nas vésperas do 25 de abril, em 1973, adquire autonomia e passa a designar-se Liceu de Ovar, sendo nomeado reitor António Aurélio da Silva Fernandes. Porém, ainda guardando a designação de liceu, no período pós revolucionário, a escola passará a ser dirigida por um órgão de gestão colegial. Este primeiro conselho diretivo era formado por Emília Brandão, Conceição Carrapatoso, Maria Deolinda Palavra e Maria Fernanda Ferreira.

    Com a extinção de todos os liceus, em 1979, também este estabelecimento de ensino perde esta designação, passando a chamar-se Escola Secundária nº 2 e, em 1987, pela Portaria nº 261/87 de 2 de Abril, por proposta da escola, adotou a designação de Escola Secundária Júlio Dinis, tendo este escritor por patrono, facto que se justifica pela estreita relação que este e a sua obra mantiveram com a cidade de Ovar, em geral, e com o espaço geográfico envolvente da escola, em particular. Presentemente a sua denominação encontra-se atualizada: Escola Secundária com 3º ciclo do Ensino Básico de Júlio Dinis.

    Atualmente, e no seguimento de um novo quadro jurídico da gestão escolar, regulamentado pelo decreto-lei nº 75/2008 de 22 de abril, a escola tem uma direção unipessoal, na figura da diretora Antónia Vidal de Castro, que foi eleita pelo conselho geral e tomou posse a seis de julho de 2009.

    Tanto a mudança de estatuto e de designação da escola, como as alterações ao nível da sua direção e gestão refletem as políticas educativas implementadas e acompanham a evolução da sociedade. Constitui facto notório da abertura da escola à mudança e à sociedade a criação de percursos formativos alterativos: curso tecnológico de serviços comerciais, no ano letivo de 1994-95, curso tecnológico de desporto em 2004-05, 1º CEF em 2006-07 e 1º profissional em 2008-09.

     

  • EB Monsenhor Miguel Oliveira
  • EB São Vicente Pereira Jusã